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Currículo

     Experiência Profissional

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Tenho 65 anos, sou casado, pai de dois filhos, avô de duas netas e tutor de dois cachorros. Estou aposentado pela iniciativa privada há 15 anos, mas sigo ativo profissionalmente, pois acredito que o trabalho é uma das principais formas de construção pessoal e social.

Embora tenha sido aprovado em cinco concursos públicos ao longo da minha carreira, nunca ocupei cargo público. Meu filho, hoje professor de Língua Portuguesa, foi meu aluno durante o Ensino Médio — acredito que essa convivência tenha influenciado sua escolha profissional. Minha filha reside em Portugal, onde concluiu o mestrado em Direito pela Universidade de Coimbra. Minha esposa também é professora, o que reforça o ambiente familiar voltado à educação.

Nos últimos 35 anos, dediquei-me intensamente à cultura e ao ensino. Estou há 30 anos na UNIPAC, em Juiz de Fora, onde continuo lecionando na Faculdade de Direito. Atuei por 21 anos no Colégio dos Santos Anjos, também em Juiz de Fora, exercendo a coordenação dos programas PISM, vestibulares e ENEM. Fui coordenador geral do Colégio Magister e, por um semestre, coordenei o projeto de Redação do Colégio Apogeu.

Além disso, lecionei Língua Portuguesa, Literatura e Redação em diversas instituições de ensino da cidade, como o Colégio Euclides da Cunha e o Colégio e Curso Meta. Minha trajetória é marcada pelo compromisso com a formação de jovens e pela valorização da educação como ferramenta de transformação.

A proposta do Curso Escriba 

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 “O ensino de gramática deve ser uma estratégia para a leitura, interpretação e produção de textos” (PCNs – adaptado)

 

Baseado na proposta em epígrafe, criei o CURSO ESCRIBA em 2010.

Atuando em todos os níveis de ensino – Fundamental, Médio e Superior – e com mais 35 anos de experiência, aprendi, na prática, que é possível ensinar o domínio da norma padrão e o gosto pela leitura. 

 

Nosso propósito é dar ao discente o instrumental necessário para ampliar a sua capacidade comunicativa e também preparar os candidatos para as variadas formas de seleção: PISM, ENEM, vestibulares, concursos públicos.

 

Embasado no que há de mais atual no ensino e com sólida formação teórica não pretendo “reinventar a roda”. Por isso, o trabalho com os autores já consagrados não significa conservadorismo.  Acredito que as questões polêmicas sobre o ensino de língua devem ser discutidas no espaço próprio: a Academia. Aos professores, cabe o discernimento para reconhecer que, apesar de todos os avanços da linguística e dos estudos gramaticais, a sociedade ainda cobra – e não só nos concursos – o domínio da chamada norma padrão. 

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